6 de março de 2016

Semana mundial de combate ao glaucoma

Semana mundial de combate ao glaucoma

A Semana Mundial do Glaucoma objetiva prevenir e alertar a população para a doença conhecida como o ‘ladrão silencioso da visão’ e que afeta 4,5 milhões de pessoas no planeta que podem estar cegas devido aos efeitos do glaucoma. Até 2020, a estimativa é de 11,2 milhões de afetados pela doença e com perda da visão.

O Glaucoma pode ser evitado com uma simples visita ao oftalmologista e realização de exames preventivos, por isso, a classe médica se mobiliza nesta semana para alertar e lembrar a população.

O evento ocorre em todo o mundo do dia 06 de março até o dia 12 de março sendo realizado por associações mundiais de Glaucoma e de Pacientes, além de oftalmologistas de vários países. Em tal evento mundial existem diversas ações que são programadas para lembrar a população da importância de ir regularmente ao oftalmologista e submeter-se às avaliações da pressão intraocular e do nervo óptico.

Com causa desconhecida, o glaucoma compromete o nervo óptico encarregado de levar as mensagens visuais ao cérebro. Correm mais riscos os que passaram dos 40 anos, pacientes com altos graus de miopia, histórico familiar da doença e com a pressão intraocular elevada. A doença na forma mais comum, que responde por 80% dos casos, é silenciosa, não provocando dor ou outros sinais.

Uma pesquisa divulgada pela Sociedade Brasileira de Glaucoma (SBG) aponta que 80% das pessoas que têm glaucoma só buscaram o oftalmologista depois de perceber alterações como perda de visão, olhos vermelhos, desconforto e embaçamento. No entanto, ao ser descoberta, pode ser controlada com medicamentos, que impedem sua progressão e o comprometimento da visão. Alguns casos são passíveis de cirurgia a laser ou implante de drenagem no olho. A visão perdida, entretanto, não pode ser restabelecida.

 

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Projeto Estudo do Meio do 10º Ano da Escola Associativa Waldorf Veredas, localizada em Campinas

CONVITE - Palestra beneficente - Projeto Estudo do Meio do 10º Ano da Escola Associativa Waldorf Veredas, localizada em Campinas

Primeira representação do “Brasil” para o mundo – Vanete Santana-Dezmann

Em meados do século XVI, um jovem de vinte e poucos anos cruzou o oceano para conhecer as Índias Ocidentais – a colônia portuguesa no continente americano, o futuro Brasil. Após muitas aventuras, consegue trabalho como guarda da costa de Bertioga, no litoral paulista. Certo dia, quando sai para caçar, acaba preso por alguns membros da tribo dos Tupinambás, temidos por comerem seus valentes prisioneiros. Com o passar do tempo, o jovem aventureiro, Hans Staden, vai tendo seu valor depreciado à medida que demonstra medo e outras características que os Tupinambás não desejavam adquirir para si. Após conseguir retornar à Europa, Staden escreve um livro que se tornaria um grande best-seller por séculos: “História verídica de uma terra de selvagens nus e canibais chamada Brasil...”. Esse acabou sendo a única fonte de informação sobre nosso futuro Brasil para o mundo até o século XIX e contribuiu para criar alguns estereótipos até hoje disseminados sobre nossa cultura. Que estereótipos são esses? Que outras informações importantes contém o livro? Como o não tão bravo Staden conseguiu escapar de ser canibalizado? Por que seu livro é importante ainda hoje? O que fez depois que retornou à Europa? Como sua história se liga à história do mundo ocidental: reforma, contrarreforma, colonialismo...? Venha descobrir nesta palestra e contribua para tornar realidade o Projeto Estudo do Meio do 10º Ano da Escola Associativa Waldorf Veredas, localizada em Campinas (o valor do ingresso será integralmente revertido para o projeto).
Hans Staden e sua obra foram tema da pesquisa de doutorado da palestrante.